1º ciclo, 2º ciclo

Provas de aferição

Esta semana saíram as estatísticas sobre os resultados das provas de aferição efetuados nos dois últimos anos.

Lemos artigos e documentos do IAVE. Vimos muitos números e muitas tabelas.

Os programas foram trocados, metas adotadas, materiais especializados e escolas equipadas. Agora avalia-se e os professores é que não estão a trabalhar adequadamente. Após troca de opiniões, concluímos que se esqueceram de alguém. De quem? Do aluno.

Talvez a diferença entre responder ou não à questão, redigir ou não uma produção escrita, está no querer e não no saber. Passamos estes dois últimos anos a ouvir os nossos alunos no Bairro de Ideias a questionar-nos o porquê de terem de estudar para as provas se estas não eram consideradas na avaliação. Tentamos dar-lhes a volta, mas o resultado está aí. O aluno é colocado à prova e para quê? Para nada, do ponto de vista dele. Então, para quê se esforçar depois de um ano letivo a estudar.

Se fosse ao contrário, também não iríamos trabalhar para nada, pois não?

Uma opinião sobre “Provas de aferição”

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